- É necessário o colaborador enxergar a sua profissão como algo importante para a sociedade e para a empresa, caso contrário a relação fisioterapeuta -cliente ficará afetada. Esses motivos farão você continuar se atualizando e realizando suas tarefas de forma pontual e agregando valor no que faz.
- Outro ponto colocado é a personalidade compatível, pois é muito comum encontramos Fisioterapeutas que apresentam um bloqueio para conseguir perpetuar na profissão com qualidade, e mesmo tentando fazer o melhor, no final o sofrimento interno reflete na conduta externa, seja pelo motivo de descobrir que não era aquilo que gostaria de realmente trabalhar ou por já ter entrado na profissão por não ter alcançado seu objetivo primário.
- O comprometimento organizacional, cujo valores individuais pessoais devem ser compatíveis com o da empresa, ou seja de nada adianta você tentar tirar o melhor do seu funcionário se os valores são diferentes. Um bom salário consegue segurar o colaborador por um tempo pequeno na empresa, pois logo os conflitos aparecerão e as atitude negativas exteriorizarão. O colaborador deverá ser compatível com a cultura organizacional de onde ele está inserido.
- A satisfação no trabalho é outro ponto importante e aqui encontramos algo pessoal e depende de valores individuais, assim o colaborador estará satisfeito se estiver envolvido com o trabalho e comprometido com a organização.
quarta-feira, 24 de maio de 2023
Gestão de pessoas - Atitude no trabalho.
terça-feira, 14 de março de 2023
IWI em idosos
- Entre os 331 sujeitos avaliados, foram encontrados 155 idosos e 176 não idosos.
- Na população total, a falha do desmame foi observada em 54 (16,3%) e mortalidade em 17 de 331 indivíduos (5,1%, incluindo 10 re-intubados e 4 morreram no hospital).
- A prevalência de desmame bem sucedido na população total foi de 83,7%. Não houve diferença na prevalência de desmame bem sucedido entre idosos e não idosos.
- Não houve diferença entre idosos e não idosos em relação aos dias de ventilação mecânica (9,2 ± 8,6 dias versus 9,1 ± 6,7 dias, P <0,22).
- Também não houve diferença na duração do desmame entre idosos e não idosos (2,8 ± 2,6 d vs 2,6 ± 2,0 d, P <0,55). A análise das variáveis de desfecho por amostra e idade é descrita na Tabela 2.
- No grupo com faixa etária de 70 anos, os indicadores de qualidade foram: sensibilidade 97,6% (IC 94,9-100%), especificidade 96,7% (IC 90,2-100%), valor preditivo positivo 99,2% (IC 97,6-100%), valor preditivo negativo 90,6% (IC 80,5-100%), precisão 97,4% (IC 94,9-99,9%).
- No grupo com faixa etária de 70 anos, os indicadores de qualidade foram: sensibilidade 96,1% (IC 93,0-99,1%), especificidade 91,7% (IC 80,6-100%), valor preditivo positivo 98,6% (IC 96,8-100%), negativo Valor preditivo 78,6% (IC 63,4-93,8%), precisão 95,5% (IC 92,4-98,5%), razão de verossimilhança positiva de 11,5% e razão de verossimilhança negativa de 0,04%.
- O IWI apresentou alto valor preditivo (97,2%) na população idosa, com IC variando de 91,2 a 99,1%. No entanto, combinado com o APACHE II, este diminui significativamente, expressando maior confiança. Portanto, podemos dizer que o IWI é um preditor essencial do desmame na população idosa.
- A oxigenação satisfatória, o CRS e o padrão respiratório, eefletida pelo IWI 25, geralmente conduzem a um desmame em indivíduos idosos.
- A grande maioria da população da UTI é composta por pacientes idosos, e o IWI, que anteriormente tinha mostrado alta precisão em uma população, demonstra agora uma grande precisão em idosos.
- O IWI foi a única variável indepenente encontrada no desmame de indivíduos idosos que possam contribuir para o momento crítico desta população em cuidados intensivos.
- Nós Acreditammos que o IWI pode ser o índice mais exato predizer o desmame.
Fernando Acácio Batista
Fisioterapeuta Intensivista Gestor do Hospital Sancta Maggiore
Fisioterapeuta Emergêncista (ERWS)
Co- fundador e Professor da Liga da Fisiointensiva
Professor da Especialização em Fisioterapia Intensiva da Liga da Fisiointensiva
Professor do Aperfeiçoamento teórico da Liga da Fisiointensiva
Especializando em MBA em Gestão em Serviços de Saúde pela UNINOVE
Especialização em Fisioterapia Respiratória pela ISCMSP
Especialização em Fisioterapia em UTI pelo HFMUSP
Mestrando em Terapia Intensiva pelo IBRATI
terça-feira, 7 de fevereiro de 2023
VNI em idosos
Os autores concluíram que a VNI poderá apresentar uma sobrevida satisfatória de 6 meses nos pacientes idosos que não falharam na VNI e foram intubados.
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3306189/pdf/2110-5820-2-5.pdf
Até a próxima...
Fernando Acácio Batista
Fisioterapeuta Intensivista do Hospital Sancta Maggiore
Fisioterapia Emergêncista (ERWS)
Co- fundador e Professor da Liga da Fisiointensiva
Professor da Especialização em Fisioterapia Intensiva da Liga da Fisiointensiva
Professor do Aperfeiçoamento teórico da Liga da Fisiointensiva
Professor da Universidade Anhanguera
Professor convidado da Especialização em Cardiorrespiratória da Unicid
Membro da Sociedade Brasileira de Terapia Intensiva
Especialização em Fisioterapia Respiratória pela ISCMSP
Especialização em Fisioterapia em UTI pelo HFMUSP
Mestre em Terapia Intensiva pelo IBRATI
sexta-feira, 20 de janeiro de 2023
Processo de acreditação hospitalar
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- Acreditação Nível 1: Quando o hospital cumpriu a totalidade dos requisitos relacionados à segurança em todas as suas áreas, recebendo o certificado de acreditação;
- Acreditação Nível 2: Quando além das condições de segurança, apresenta processos organizados, recebendo o certificado de acreditação plena;
- Acreditação Nível 3: Quando o hospital agrega às exigências dos Níveis 1 e 2 e preenche todos os requisitos relativos à excelência, ao bom desempenho e à gestão e qualidade dos serviços, recebendo o certificado de acreditação com excelência.
- Não acreditado: Por não preencher o atendimento aos padrões e níveis mínimos exigidos;
- Acreditado: Acreditação no nível 1;
- Acreditado pleno: Acreditação no nível 2;
- Acreditado com excelência: Acreditação no nível 3.
- Paladine E. P. Controle de Qualidade: Uma abordagem abrangente. São Paulo: Atlas, 1990.
- Levine, D. M. Berenson; M. L. Stephan, D. Estatística: Teoria e Aplicações, usando o Microsoft Excel. Rio de janeiro. LTC, 1998.
- Manual Brasileiro de acreditação hospitalar. Ministério da Saúde. Departamento de Avaliação de Políticas de Saúde. 2.ed. Brasília.
- http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/acreditacao_hospitalar.pdf
Fernando Acácio Batista
Professor de Educação FísicaGraduando em Nutrição
Fisioterapeuta Intensivista Gestor do Hospital Sancta Maggiore
Co- fundador e Professor da Liga da Fisiointensiva
Professor da Especialização em Fisioterapia Intensiva da Liga da FisiointensivaProfessor da Especialização em Fisioterapia Hospitalar da Physiocursos Sorocaba
Especializado em Fisiologia do Exercício pela UniAméricaMBA em Gestão da Qualidade e Acreditação Hospitalar pela UniAmérica
Especialização em Fisioterapia Respiratória pela ISCMSP
Especialização em Fisioterapia em UTI pelo HFMUSPEspecialista em Fisioterapia em Terapia Intensiva Adulto pela ASSOBRAFIR - COFFITO
Mestrando em Terapia Intensiva pelo IBRATI
segunda-feira, 2 de janeiro de 2023
Plano de carreira
- Onde estou?
- Onde quero chegar?
- Valores: Pense em pelo menos três valores que você apresenta e possa lhe definir, como por exemplo honestidade, ética, respeito, integridade, família, entre outros;
- Interesses: Aqui seria interessante você listar três áreas de seu interesse, aquela que você tem mais afinidade quando lê um jornal, conversa com amigos ou procure ler algo;
- Seus motivadores: Aqui pense o que lhe motiva, os fatores que podem lhe motiva no trabalho, como estabilidade, dinamismo, admiração pela empresa, pelo líder ou pelo colega;
- Talentos: Aqui pense em qual seu talento, ou melhor qual seus pontos fortes e qualidade dentro de sua vida. Caso tenha dúvidas pergunte para amigos e família as qualidade que lhe descrevem;
- Competências: Aqui você precisa avaliar sua competência técnica dentro da sua área e o que lhe destaca perante sua atuação, onde poderá descrever cinco delas. Também deverá saber suas competências gerais que são as comportamentais pela qual lhe destaca perante aquele cargo que pretende.
Fernando Acácio Batista
Professor de Educação FísicaGraduando em NutriçãoFisioterapeuta Intensivista Gestor do Hospital Sancta MaggioreCo- fundador e Professor da Liga da FisiointensivaProfessor da Especialização em Fisioterapia Intensiva da Liga da FisiointensivaProfessor da Especialização em Fisioterapia Hospitalar da Physiocursos SorocabaEspecializado em Fisiologia do Exercício pela UniAméricaMBA em Gestão da Qualidade e Acreditação Hospitalar pela UniAméricaEspecialização em Fisioterapia Respiratória pela ISCMSPEspecialização em Fisioterapia em UTI pelo HFMUSPEspecialista em Fisioterapia em Terapia Intensiva Adulto pela ASSOBRAFIR - COFFITOMestrando em Terapia Intensiva pelo IBRATI
quinta-feira, 29 de dezembro de 2022
Quão funcional suas crianças deixam a UTI?... uma conversa sobre PICS e FSS
quinta-feira, 8 de dezembro de 2022
Gerenciando ARDS com ventilação não invasiva (NIV)
ARDS é definida por cinco características:
- Início agudo
- Doença pulmonar bilateral
- Hipóxia (conforme medido por uma razão P / F)
- Ausência de edema pulmonar
- Necessidade de ventilação com pressão positiva
O uso de estratégias de ventilação para proteger o pulmão durante a ARDS tem sido pesquisado nos últimos 20 anos, e tentativas têm sido feitas para definir o papel da ventilação não invasiva (VNI) e da ventilação invasiva. O uso de VNI na ARDS poderia trazer teoricamente benefícios para os pacientes, porém as sociedades pregam cautela.. A falta de capacidade de controlar os volumes correntes e o possível prejuízo de causar um atraso na intubação podem levar a piores resultados para os pacientes. Na verdade, historicamente, as taxas de falha da VNI em pacientes com ARDS foram de cerca de 50%.
Alguns dados mais recentes indicaram que o sucesso na VNI dependeria da gravidade da doença e que é classificada pela relação PaO2/FiO2. Enquanto 40% ou mais dos pacientes com doença moderada a grave podem falhar na VNI, apenas 20% dos pacientes com doença leve falharão na VNI.

- Pontuações mais altas de gravidade da doença logo no inicio da terapia;
- Demanda ventilatória mais altas;
- Piora da relação PaO2/FiO2 rápidas;
- Aumento da retenção de PacO2 indicando aumento do shunt pulmonar.
Pacientes com ARDS que falham na VNI têm uma taxa de mortalidade mais alta, portanto, essas variáveis podem levar a uma seleção mais adequada do paciente e ao uso precoce da ventilação invasiva quando os pacientes não estão melhorando com a terapia.
A ARDS continua sendo uma doença complicada de controlar e sabemos por dados observacionais que a VNI é usada em aproximadamente 15% dos casos.
Até a próxima...
Fernando Acácio Batista
Professor de Educação FísicaGraduando em NutriçãoFisioterapeuta Intensivista Gestor do Hospital Sancta MaggioreCo- fundador e Professor da Liga da FisiointensivaProfessor da Especialização em Fisioterapia Intensiva da Liga da FisiointensivaProfessor da Especialização em Fisioterapia Hospitalar da Physiocursos SorocabaEspecializado em Fisiologia do Exercício pela UniAméricaMBA em Gestão da Qualidade e Acreditação Hospitalar pela UniAméricaEspecialização em Fisioterapia Respiratória pela ISCMSPEspecialização em Fisioterapia em UTI pelo HFMUSPEspecialista em Fisioterapia em Terapia Intensiva Adulto pela ASSOBRAFIR - COFFITOMestrando em Terapia Intensiva pelo IBRATI
segunda-feira, 31 de outubro de 2022
ECMO em H1N1
O uso da ECMO teve sua descrição em um estudo no New England em 2011 com relato de suas indicações, contra-indicações e complicações devido seu uso. A ECMO vem sendo estudada para pacientes com ARDS grave como uma medida de resgate que tem grandes promessas.
- Hipercapnia descompensada com acidemia (pH < 7,15)
- Presença de pressões de platô excessivamente elevadas, > 35-45 cmH2O conforme o peso corporal
- Altos requerimentos de FiO2 (>0,8) por mais de 7 dias
- Acesso vascular limitado
- Disfunção orgânica que limite o benefício do ECMO, como injúria cerebral grave irreversível ou neoplasia metastática
- Qualquer condição que impossibilite a anticoagulação.
Utilizamos da estratégia protetora com uso de Peep para evitar propagar a lesão pulmonar nestes pacientes, portanto mantemos estratégia protetora em ECMO até o momento que o paciente apresente condições de sair da circulação extra corpórea.
http://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMct1103720…
Fernando Acácio Batista
Postagem em destaque
Meu Paciente está com uma infecção multirresistente e agora
https://fernandoabatista34.wixsite.com/website _________________________________________________________________________________ ...
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Olá, meu nome é Fernando Acácio Batista e eu sou Fisioterapeuta especialista em fisioterapia em terapia intensiva adulto, além disso sou pro...
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O estudo PEEP-ZEEP technique: cardiorespiratory repercussions in mechanically ventilated patients submitted to a coronary artery bypass gra...




















