sábado, 25 de novembro de 2023

A polêmica da coleta de secreção traqueal novo acórdão

Olá, meu nome é Fernando Acácio Batista e eu sou Fisioterapeuta especialista em fisioterapia em terapia intensiva adulto, além disso sou professor de ventilação mecânica tema que adoro e leciono em algumas especializações. Venho aqui deixar disponível para quem tenha interesse meu curso e e-book.

Cursos de atualizações em VM: https://fernandoabatista34.wixsite.com/website
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O assunto sobre a coleta de secreção traqueal para culturas é outro ponto muito polêmico dentro do ambiente hospitalar, pois de quem seria a responsabilidade de tal procedimento?


Sobre a Enfermagem
  • A enfermagem segue regulamento próprio, consubstanciado na Lei do Exercício Profissional (LEI No 7.498/1986) e seu Decreto regulamentador (Decreto 94.406/1987), além do Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem. Neste sentido, a enfermagem atua na promoção, prevenção, recuperação e reabilitação da saúde humana, com autonomia e em consonância com os preceitos éticos e legais.
  • O procedimento de aspiração traqueal e a coleta de exames fazem parte da rotina dos profissionais de enfermagem, quer seja no ambiente hospitalar, como também inseridos na assistência em laboratórios de análises clínicas e ambulatórios de especialidades. O Parecer da Câmara Técnica desse Conselho n° 023/2013, trata sobre o procedimento de aspiração de secreção por cânula de traqueostomia e abrange com propriedade a temática do questionamento, discorrendo desde o conceito da técnica de aspiração endotraqueal a suas complicações.
O texto deixa claro que este procedimento faz parte da enfermagem.


Sobre a Fisioterapia
  • Dispõe sobre a não atribuição ao profissional Fisioterapeuta da execução da aspiração das vias aéreas superiores e traqueobrônquica como procedimento isolado e coleta de secreção para obtenção de cultura, dentro de suas respectivas áreas de atuação. 
O texto deixa claro que não faz parte do procedimento da Fisioterapia.


Mas de onde estes textos foram retirados?

Ambos são pareceres assinados pelo seus respectivos conselhos que regem a atuação de cada profissão e o assunto se torna polêmico, pois o Fisioterapeuta atua diretamente lidando com as vias aéreas do pacientes e a Enfermagem assim o vê como o profissional responsável por está coleta.


Teria algum problema o Fisioterapeuta realizar está coleta?

Claro que não... Porém à coleta deveria ser esquematizada para ocorrer no momento do atendimento da Fisioterapia que necessitasse da aspiração da via aérea artificial do paciente. E após a coleta a enfermagem encaminhar a secreção para o laboratório se necessário. 

Mas......

O que vemos na prática muitas vezes é o Fisioterapeuta tendo que voltar até o paciente que já foi atendido para realizar à coleta.


Algumas pessoas irão dizer que não custa nada realizar o procedimento e outros defenderão que não é sua obrigação, mas de fato temos que repensar nossas ações e as realizar com embasamento legal pela profissão.

A RESOLUÇÃO CREFITO-6 Nº 002/2013 nos diz que não é nossa responsabilidade.

E o Coffito?

CONSIDERANDO as competências definidas no artigo 1º da Resolução COFFITO 80/87;
CONSIDERANDO os recentíssimos Pareceres n.º 002/2013 e nº 005/2013, da ASSOBRAFIR – Associação Brasileira de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, referentes ao papel do Fisioterapeuta em relação ao procedimento de aspiração traqueal e coleta de secreção traqueobrônquica para cultura.
Artigo 1º - Compete ao Fisioterapeuta, aplicar métodos, técnicas e recursos de expansão pulmonar, remoção de secreção, fortalecimento muscular, recondicionamento cardiorrespiratório e suporte ventilatório.
Parágrafo Único - O procedimento de aspiração traqueobrônquica, nas diversas vias aéreas, deve ser entendido como de utilização do profissional Fisioterapeuta quando aplicado especificamente como parte integrante de sua intervenção por meio de uma combinação de técnicas fisioterapêuticas que visam reduzir a resistência das vias aéreas, por meio de desobstrução pulmonar, em pacientes sob sua responsabilidade que apresentem incapacidade de eliminar ativamente a secreção deslocada, apenas quando necessária durante a realização da conduta fisioterapêutica.
Artigo 2º - A aspiração das vias aéreas superiores e traqueobrônquica pode ser um dos componentes do protocolo de intervenção fisioterapêutica, sendo facultado ao fisioterapeuta, somente e quando necessário, a execução da técnica, após a realização de exame e avaliação fisioterapêutica criteriosa do quadro físico funcional e instituição de diversos recursos que compõe o escopo da terapia para a remoção da secreção.
Artigo 3º - A aspiração das vias aéreas superiores e traqueobrônquica quando feita de modo isolado não é atribuição do fisioterapeuta.
Artigo 4º - A coleta de secreções para obtenção de cultura de secreção traqueal não é atribuição do fisioterapeuta.


Recentemente saiu um acórdão sobre

O PLENÁRIO DO CONSELHO FEDERAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL, no uso de suas atribuições e disposições regulamentares conferidas pela Lei nº 6.316, de 17 de dezembro de 1975, e pela Resolução nº 413, de 19 de janeiro de 2012, em que, ACORDAM os Conselheiros do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, reunidos na sessão da 265ª Reunião Plenária Ordinária, em aprovar, por unanimidade, o parecer confeccionado pela Associação Brasileira de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva (ASSOBRAFIR), com o seguinte teor:
“Trata-se de consulta formulada pelos associados da Associação Brasileira de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva – ASSOBRAFIR acerca do papel do fisioterapeuta na coleta de secreção traqueal para cultura.
Informam, ainda, os consulentes que, na atuação em equipe multidisciplinar, muitas vezes ocorre conflito entre profissionais de Fisioterapia e profissionais de outras categorias, sobre a responsabilidade do fisioterapeuta na realização de coleta de material, notadamente secreção traqueal, para exames.
É o relatório.

Passo a opinar.

O resultado microbiológico de uma cultura é consequência da qualidade da amostra colhida, portanto, durante a coleta, devem ser adotados procedimentos adequados e protocolares, a fim de se evitarem falhas no isolamento do agente etiológico. Desse modo, a coleta de secreção traqueobrônquica para cultura difere da retirada de secreção realizada pelo fisioterapeuta, após a realização da terapia para remoção de secreção.
A Fisioterapia Respiratória e a Fisioterapia em Terapia Intensiva são especialidades da Fisioterapia, que utilizam rotineiramente técnicas com objetivos diversos, dentre os quais se destaca o deslocamento de secreções traqueobrônquicas, contidas no interior de vias aéreas mais distais às mais centrais, permitindo, dessa forma, a expectoração voluntária ou aspiração mecânica dessas secreções.
A partir desse conceito, fica definido que a aspiração traqueal pode ser um dos componentes do protocolo fisioterapêutico, devendo ser realizada por esse profissional, quando necessária, após a implementação dos diversos recursos que compõem o escopo da terapia para remoção de secreções, mas que deve ser entendida como técnica comum a todos os profissionais de saúde envolvidos no cuidado ao paciente.
CONCLUSÃO
Em face do exposto, a Associação Brasileira de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva – ASSOBRAFIR opina que a coleta isolada de secreções para obtenção de cultura de secreção traqueal não é atribuição do fisioterapeuta.”
Quórum: Dr. Roberto Mattar Cepeda – Presidente; Dra. Luziana Carvalho de Albuquerque Maranhão – Vice-Presidente; Dr. Cássio Fernando Oliveira da Silva – Diretor-Secretário; Dr. Wilen Heil e Silva – Diretor-Tesoureiro; Dra. Elineth da Conceição Braga Valente – Conselheira Efetiva; Dr. Leonardo José Costa de Lima – Conselheiro Efetivo; Dr. Marcelo Renato Massahud Junior – Conselheiro Efetivo; Dra. Patrícia Luciane Santos de Lima – Conselheira Efetiva; e Dra. Patrícia Rossafa Branco – Conselheira Efetiva.
O que vocês acham colegas????




Até a próxima...

Fernando Acácio Batista

Professor de Educação Física
Fisioterapeuta Intensivista
Estudante de Nutrição
Gestor do Hospital Sancta Maggiore
Co-fundador e Professor da Liga da Fisiointensiva
Professor da especialização em Fisioterapia Hospitalar da Physiocursos Sorocaba
Professor da Especialização em Fisioterapia em Terapia Intensiva da Inspirar
Especialização em Fisioterapia Respiratória pela ISCMSP
Especialização em Fisioterapia em UTI pelo HFMUSP
Especialista em Fisioterapia em Terapia Intensiva pela ASSSOBRAFIR-COFFITO
Especializado em Fisiologia do Exercício pela UniAmérica
MBA em Gestão da Qualidade e Acreditação Hospitalar pela UniAmérica
Mestre em Terapia Intensiva pelo IBRATI





sábado, 18 de novembro de 2023

Prognosis and quality of life of elderly patients after intensive care


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É uma realidade na UTI a internação de idosos, que demandam um atendimento diferenciado e talvez um tempo maior de internação. Mas será que os idosos apresentam maiores problemas relacionados a internação e pós alta hospitalar?

Antes precisamos definir o que seria o idoso:
  • Na literatura eles são definidos como maior que 65 anos.
Ao falarmos deste grupo de pacientes, por exemplo durante internação na UTI ou após a alta hospitalar, verificamos em 1, 3, 6, 12 ou 24 meses e até por anos mais tarde causas que agridem a saúde do idoso. Essa mortalidade poderá ser influenciada pela triagem antes da admissão na UTI o que é fator decisivo para o idoso, pois estes pacientes podem dar entrada mais graves ou não ter um tratamento em relação a públicos mais jovens. 

Outro fator são pacientes que são transferidos de UTI para a enfermaria ou até de unidades para ter seu fim de vida mais digno ou junto da família, sendo que isso poderá subestimar a mortalidade na UTI. Vale destacar que pacientes idosos apresentam alguns fatores que poderão identificar uma mortalidade mais alta nas internações na UTI, pois a gravidade na internação avaliada pelo APACHE, SAPS ou SOFA são geralmente mais importantes e predizem maior gravidade. O interessante é que a idade avançada não é fator decisivo e sim as co-morbidades que estes pacientes apresentam em sua internação, que também poderão predizer péssimo prognóstico após sua alta, com queda importante na qualidade de vida.

Em nosso dia a dia atendemos idosos que são entrada na UTI com diversas doenças associadas ao quadro agudo que apresentam, sendo elas as insuficiências cardíacas, hipertensão arterial sistêmica, diabete mellitus, insuficiência coronáriana, entre outras doenças que poderão ditar o desfecho destes grupos. As internações e reinternações de idosos são mais altas e tudo girando em torno das doenças de base que são arrastadas e quando exacerbam levam o idoso para a UTI, mesmo os que se submetem ao tratamento das mesmas. Ainda temos discrepâncias sobre alguns dados nesta populações, porém os estudos nesta área começam a surgir em grande números, visto a população de idosos que vem crescendo no Mundo.

Por isso a orientação e o acompanhamento no setor primário é de extrema importância, pois evitariamos chegar nesse ponto de uma atenção terciária para reduzir danos de doenças já instaladas e evoluindo ao longo dos anos.


https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22965434
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15888857


Até a próxima...


Fernando Acácio Batista

Professor de Educação Física
Fisioterapeuta Intensivista
Estudante de Nutrição
Gestor do Hospital Sancta Maggiore
Co-fundador e Professor da Liga da Fisiointensiva
Professor da especialização em Fisioterapia Hospitalar da Physiocursos Sorocaba
Professor da Especialização em Fisioterapia em Terapia Intensiva da Inspirar
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Especialização em Fisioterapia em UTI pelo HFMUSP
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Mestre em Terapia Intensiva pelo IBRATI






domingo, 12 de novembro de 2023

Cães na UTI podem ajudar os idosos












Olá, meu nome é Fernando Acácio Batista e eu sou Fisioterapeuta especialista em fisioterapia em terapia intensiva adulto, além disso sou professor de ventilação mecânica tema que adoro e leciono em algumas especializações. Venho aqui deixar disponível para quem tenha interesse meu curso e e-book.

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A terapia por cães e outros animais vem demonstrando grandes resultados aos pacientes internados em ambientes hospitalares, e atualmente alguns pesquisadores em uma Universidade do Texas estão utilizando os cães como tratamento em unidade de terapia intensiva, como uma forma de ajudar os pacientes idosos. Eles esperam obter resultados positivos sobre o uso de cães na recuperação dos pacientes.

"A implantação de animais de terapia em ambiente hospitalar é uma tendência crescente. Queremos que o maior número possível de pessoas se beneficiem do poder de cura do vínculo humano-animal. "

De acordo com A Society for Health Care Epidemiology of America, 83% dos 337 centros de saúde pesquisados permitem amigos peludos para ajudar no tratamento dos pacientes, e além disso em uma pesquisa verificaram que 1,000 Médicos já teriam utilizados de animais para auxiliar no tratamentos de pacientes.

Um dado interessante é que os pacientes internados apresentam altos níveis de cortisol, que é responsável pelo estresse, e isso aumenta quando o paciente se encontra na UTI, dificultando o funcionamento adequado do sistema imunológico e gerando um maior tempo para a recuperação, assim eles apostas que a terapia por cães possa atuar neste ponto importante.

O estudo será realizado com visitas de 10 minutos pelos cães na UTI para comparação das respostas fisiológicas dos pacientes frente a inflamação, resposta endócrina e psicológica.

O estudo leva o nome de: Biobehavioral Effects of Therapy Dog Visitation in Elderly Intensive Care Unit Patients e eu particularmente estou ansioso pelos resultados.


Vale lembrar que já temos Hospitais trabalhando com está abordagem pelo mundo. E claro que mesmo eu sendo apaixonado por cães, não deixo o amor pelo animal falar mais alto sobre este assunto, mas sim me baseio em alguns resultados de estudos que temos disponíveis na literatura. 
As barreiras devem ser quebradas e isso pode de alguma forma levar a desconfortos, mas com o tempo tudo se encaixa e os serviços poderão contar com mais uma possibilidade de terapêutica para nossos pacientes de forma rotineira.



Segue dois vídeos sobre o assunto:


https://www.youtube.com/watch?v=O8p4vFM0xRo
https://www.youtube.com/watch?v=FyYSyUnF8EQ



Deixo disponível o site sobre o atual estudo:


Biobehavioral Effects of Therapy Dog Visitation in Elderly Intensive Care Unit Patients



O que acham???

Fernando Acácio Batista

Professor de Educação Física
Fisioterapeuta Intensivista
Estudante de Nutrição
Gestor do Hospital Sancta Maggiore
Co-fundador e Professor da Liga da Fisiointensiva
Professor da especialização em Fisioterapia Hospitalar da Physiocursos Sorocaba
Professor da Especialização em Fisioterapia em Terapia Intensiva da Inspirar
Especialização em Fisioterapia Respiratória pela ISCMSP
Especialização em Fisioterapia em UTI pelo HFMUSP
Especialista em Fisioterapia em Terapia Intensiva pela ASSSOBRAFIR-COFFITO
Especializado em Fisiologia do Exercício pela UniAmérica
MBA em Gestão da Qualidade e Acreditação Hospitalar pela UniAmérica
Mestre em Terapia Intensiva pelo IBRATI











domingo, 5 de novembro de 2023

Como mudar a visão da Fisioterapia

Olá, meu nome é Fernando Acácio Batista e eu sou Fisioterapeuta especialista em fisioterapia em terapia intensiva adulto, além disso sou professor de ventilação mecânica tema que adoro e leciono em algumas especializações. Venho aqui deixar disponível para quem tenha interesse meu curso e e-book.

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Em uma discussão dentro de um grupo de Fisioterapeutas intensivistas sobre como mudar o paradigma da Fisioterapia, pois em seu serviço o Fisioterapeuta era o que apenas aspirava, que montava o ventilador mecânico, que fazia VNI, que trocava fixação de COT, entre outras funções que lhe tomava muito tempo e não conseguiam mobilizar os pacientes adequadamente, assim era muito comum os pacientes apresentarem FAUTI.

O que temos de interessante é que ainda muitos Hospitais do Brasil tem esse perfil de atendimento de Fisioterapia baseado em Respiratória, como um Terapeuta Respiratório Americano, porém com condutas limitadas. Isso nos remete ao passado quando a Fisioterapia iniciou seus trabalhos dentro do Hospital e sua abordagem era realmente de predomínio respiratório e com pouca mobilização, pois ainda não tínhamos conhecimento sobre mobilização precoce e seus efeitos nos pacientes críticos. O passado nos proporcionou um ganho enorme de espaço dentro da UTI, pois  hoje temos liberdade na equipe para realizarmos nossos atendimentos e evoluirmos cada dia mais.

Por outro lado ainda temos a cultura de outras equipes em achar que o Fisioterapeuta é responsável e único pela aspiração dos pacientes, coleta de secreção e outras funções que já sabemos, porém como mudar está visão simplista da profissão:


  • Primeiramente devemos mudar a cultura local, ou seja mudar a cultura da organização pela qual estamos inseridos;
  • Isso deve se iniciar com uma reunião entre Coordenadores Médicos e de todas as outras equipes existentes no Hospital, onde poderemos expor sobre a atuação da Fisioterapia e mostrar evidências de que a reabilitação é muito mais importante para o paciente e para os custos hospitalares;
  • Essas reuniões talvez denotem de tempo para as reais mudanças, pois o novo irá gerar conflitos e dúvidas nas equipes, e aí que entra o poder de convencer através de conhecimentos e com resposta baseada em dados;
  • Após as chefias estarem ciente e concordarem com as mudanças, o próximo passo é começar a implantar uma nova cultura nos colaboradores, o que denota tempo e flexibilidade, visto o conflito que iremos iniciar com as mudanças.

E por onde começar:

  • Devemos ter todos os lideres das equipes ao nosso lado e disposto a mudar essa cultura;
  • Promover treinamento das equipes em relações as novas condutas, protocolos e mudanças que serão realizadas no Hospital;
  • Montar um roteiro para que na integração de todos os profissionais o Fisioterapeuta apresente o seu trabalho, deixando claro o que é de sua responsabilidade, o que é compartilhado e o que pode ser de comum acordo;
  • Tabular dados com indicadores precisos que relacionem os procedimentos da Fisioterapia e redução de custos para a organização, pois assim conseguimos melhorar a equipe, gerar mais contratações e manter um bom posicionamento dentro da organização;
  • Apresentar resultados mensais e fechar balanço anual, porém as metas devem ser restabelecidas mês a mês, sempre com o objetivo de qualidade assistencial e menor custo.

Parece simples não é?       Porém é extremamente trabalhoso mudar uma cultura imposta por anos dentro da organização, onde iremos lidar com egos, auto estima, personalidade e Seres Humanos que serão o maior problema de todos. Toda mudança gera desconforto, conflitos, reclamações e insatisfações. Porém é extremamente importante persistir no ideal.

Até hoje muitos profissionais e até Fisioterapeutas não sabem nossa real função, que vai muito além da ventilação mecânica e aspirações de pacientes. Não adianta querermos mudar as coisas cortando os galhos das árvores, mas sim devemos regar estas árvores para que elas cresçam e proporcionem flores mais bonitas. Ou seja, não adianta entrar em conflito com pessoas da assistência, mas devemos começar trazendo os lideres de cada equipe para o nosso lado e assim juntos mudarmos o cenário da organização, onde todos só tem a ganhar.

Caso alguém queira conhecer um pouco mais da atuação da Fisioterapia dentro do Hospital segue alguns links importantes: 
Hoje a Fisioterapia em Terapia Intensiva vem se estabelecendo forte e conquistando seu lugar e não podemos deixar que outros profissionais tenham essa visão simplista pela qual apenas rebaixa nosso potencial e nossa atuação.  A mudanças devem começar de algum ponto e profissionais que lutam pela profissão e não apresentam aversão a riscos terão trabalho, porém a recompensa virá futuramente. E nem sempre a recompensa será em espécie, mas sim no prazer em contribuir para o avanço da profissão, proporcionando uma melhor qualidade de atendimento para os pacientes, melhor recolocação para colegas de profissão e melhor posicionamento da Fisioterapia. Criar possibilidade de empregos é responsabilidade social.

Até a próxima...




Fernando Acácio Batista

Professor de Educação Física
Fisioterapeuta Intensivista
Estudante de Nutrição
Gestor do Hospital Sancta Maggiore
Co-fundador e Professor da Liga da Fisiointensiva
Professor da especialização em Fisioterapia Hospitalar da Physiocursos Sorocaba
Professor da Especialização em Fisioterapia em Terapia Intensiva da Inspirar
Especialização em Fisioterapia Respiratória pela ISCMSP
Especialização em Fisioterapia em UTI pelo HFMUSP
Especialista em Fisioterapia em Terapia Intensiva pela ASSSOBRAFIR-COFFITO
Especializado em Fisiologia do Exercício pela UniAmérica
MBA em Gestão da Qualidade e Acreditação Hospitalar pela UniAmérica
Mestre em Terapia Intensiva pelo IBRATI

segunda-feira, 30 de outubro de 2023

Síndrome de Robin Hood Reversa em Pacientes com AVC Isquêmico Agudo

Olá, meu nome é Fernando Acácio Batista e eu sou Fisioterapeuta especialista em fisioterapia em terapia intensiva adulto, além disso sou professor de ventilação mecânica tema que adoro e leciono em algumas especializações. Venho aqui deixar disponível para quem tenha interesse meu curso e e-book.

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Sabemos que as alterações hemodinâmicas e neurológicas em pacientes com oclusões arteriais podem e são atribuídas ao fluxo sanguíneo cerebral em locais isquemiados ou não. Assim a monitorização com o doppler transcrâniano foram obtidas em um grupo de pacientes, é a NIHSS em lesões cerebrais agudos de artéria cerebral média. O objetivo era presenciar o fenômeno de roubo de fluxo sanguíneo nessas artérias.

Na imagem notamos uma flutuação espontânea da velocidade com trombólise na isquemia cerebral 3 fluxo residual com oclusão embólica e incompatibilidade difusão-perfusão. Aumento do fluxo no hemisfério não isquêmico esquerdo e diminuição do fluxo direito de MCA indicando vasoplegia na perfusão de CT após Diamox. Nesta situação, o gradiente de pressão sobre as colaterais leptomeníngeas pode diminuir e manifestar-se como uma deterioração do estado neurológico do doente.


Os resultados

Os primeiros 6 pacientes atenderam à TCD e critérios clínicos para a síndrome de roubom onde as diminuições da velocidade do fluxo residual espontânea, transitória e recorrente ocorreram sem alterações na pressão arterial, trombólise na isquemia cerebral com Resistência ao fluxo, ou re-oclusão precoce. Em todos os pacientes, a MFV nos vasos afetados diminuiu em 20% durante períodos entre 10 a 20 segundos e com freqüência variável de 1 a 5 min por até 2 horas. A hipercapnia voluntária produziu uma diminuição transitória do MFV de 10% em 18 a 25 segundos com recuperação gradual mas incompleta do MFV em 30 a 34 segundos. A magnitude de roubo variou de 15% à 43,2%. 

Como parte de rotina, o roubo também foi documentado na perfusão de CT antes e depois, e todos os pacientes tiveram uma incompatibilidade de difusão-perfusão de 20% na ressonância magnética dentro de 4 a 24 horas após o início dos sintomas. Todos os pacientes apresentaram flutuação recorrente de afasia ou hemiparesia de 3 a 6 pontos no mesmo dia em que o TCD mostrou o fenômeno de roubo. Em 3 de 5 pacientes com apnéia do sono, os sintomas neurológicos foram piores ao despertar e melhoraram com o retorno às atividades diárias. Não foram observadas alterações no MFV ou no NIHSS em 3 dos 5 doentes colocados em pressão positiva nas vias aéreas de dois níveis.


Conclusão dos autores: Nosso estudo descritivo sugere a possibilidade de detectar e quantificar o fenômeno de roubo cerebral em tempo real. Se o roubo for confirmado como a causa do agravamento neurológico, a síndrome de Robin Hood reversa pode identificar um grupo alvo para o aumento da pressão arterial e correção ventilatória com uso de ventilação mecânica não invasiva.


Comentário pessoal sobre os resultados: Não é de hoje que perguntamos como esses pacientes neurológicos se comportam, pois ficamos encucados com o resultado do estudo AVERT sobre mobilização em pacientes com AVC. Assim também nos perguntamos como o sistema nervoso central se comporta durante a mobilização ativa, em relação a fluxo sanguíneo e área de penumbra. Mais ainda os resultados que podemos alcançar com a VNI, seja para auxiliar em nossa mobilização, como para reverter insuficiência respiratória nestes grupos de pacientes.

Temos um estudo grande em desenvolvimento para avaliar o efeito do bipap e parece ser algo promissor em relação à não deterioração do estado neurológico destes pacientes conforme já demonstrado em um pequeno ensaio por Georgios Tsivgoulis e colaboradores. Eles concluíram neste estudo a VNI pode ser aplicada com segurança e os pacientes que realizaram esta terapia tenderam a uma menor gravidade na lesão neurológica. Porém a mortalidade foi de 13% no grupo VNI contra 8% no grupo que não utilizou VNI, porém o fator mortalidade não se atribuiu a VNI. 

Assim aguardamos este multicêntrico sobre uso de BIPAP em pacientes com AVCI e melhora do estado neurológico e ainda deixo a pergunta: Como será que se comporta os pacientes durante nossa mobilização precoce? Ela deve ser feita? Ou temos alguns critérios?



Até a próxima.

Fernando Acácio Batista

Professor de Educação Física
Fisioterapeuta Intensivista
Estudante de Nutrição
Gestor do Hospital Sancta Maggiore
Co-fundador e Professor da Liga da Fisiointensiva
Professor da especialização em Fisioterapia Hospitalar da Physiocursos Sorocaba
Professor da Especialização em Fisioterapia em Terapia Intensiva da Inspirar
Especialização em Fisioterapia Respiratória pela ISCMSP
Especialização em Fisioterapia em UTI pelo HFMUSP
Especialista em Fisioterapia em Terapia Intensiva pela ASSSOBRAFIR-COFFITO
Especializado em Fisiologia do Exercício pela UniAmérica
MBA em Gestão da Qualidade e Acreditação Hospitalar pela UniAmérica
Mestre em Terapia Intensiva pelo IBRATI


quarta-feira, 25 de outubro de 2023

Redução de custos na Fisioterapia

Redução de custos na Fisioterapia

Hoje o assunto no meio hospitalar sempre está relacionado com a redução dos custos, e obviamente que a profissão de Fisioterapia estará dentro deste escopo. Muitos relatam e falam por aí que o foco para reduzir custos na Fisioterapia Hospitalar está envolvido com a mobilização precoce e com a retirada prematura do paciente do leito, levando a melhora da capacidade funcional e com isso reduzindo tempo de ventilação mecânica e tempo de internação na UTI e Hospital.

Só que o assunto é muito mais complexo que só essa variável, e eu sei que isso pode gerar desconforto em alguns profissionais que acreditam que só a mobilização poderá nos salvar. Só que aqui eu deixo algumas reflexões importantes para tomada de decisões dentro do nosso setor:

- Qual o tipo de contratação da equipe? CLT? Se sim envolve salário e impostos. Qual o custo total da sua equipe mensal e anual?
- Qual  tipo do seu serviço? Atende o próprio convênio? Atende vários convênios e recebe por códigos lançados? Qual a porcentagem média de glosas? Recebe por pacote de atendimento por X dias de internação?
- Quanto você gasta mensalmente de materiais para o trabalho da equipe? Esse material é cobrado do convênio? Ou se atende convênio próprio como reduz custo? Autoclave ou materiais descartáveis?
- Seus indicadores estão relacionados com custos, ou seja, você sabe quanto economiza por dia a menos de internação? E seu setor realmente influência nesse tempo de internação?
- Tem redução de reinternações?
- Etc, etc, etc...

Percebe o quanto é complexo o sistema hospitalar e como a Fisioterapia poderá ou não contribuir com isso a depender do tipo de serviço e como monitoramos nossos indicadores?

Como relacionar tudo isso com nossa profissão? Usar apenas indicadores? Realizar pesquisas operacionais? Melhorar fluxos e processos? Enfim, precisamos repensar em tudo isso e assim adequar nosso serviço para não perdermos espaço. Nós sabemos da importância da Fisioterapia Hospitalar, porém não podemos esquecer que o hospital é uma empresa e necessita de ganhos.



Fernando Acácio Batista 
Fisioterapeuta Intensivista 
 Gestor do Hospital Sancta Maggiore 
Co- fundador e Professor da Liga da Fisiointensiva 
Professor da Especialização em Fisioterapia Intensiva da Liga da Fisiointensiva 
Título de Especialista em Fisioterapia em Terapia Intensiva Adulto pelo COFFITO / ASSOBRAFIR
Especialista em Fisiologia do Exercício pela UniAMérica
MBA em Gestão da Qualidade e Acreditação Hospitalar
 Especialização em Fisioterapia Respiratória pela ISCMSP 
Especialização em Fisioterapia em UTI pelo HFMUSP 
Mestre em Terapia Intensiva pelo IBRATI http://lattes.cnpq.br/3951715682086759

segunda-feira, 23 de outubro de 2023

Auditoria em Saúde

Olá, meu nome é Fernando Acácio Batista e eu sou Fisioterapeuta especialista em fisioterapia em terapia intensiva adulto, além disso sou professor de ventilação mecânica tema que adoro e leciono em algumas especializações. Venho aqui deixar disponível para quem tenha interesse meu curso e e-book.

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Hoje iremos falar de auditoria que no sentido mais amplo poderá ser definida como uma atividade de controle e qualidade de uma organização, onde iremos realizar a verificação de relatórios e registros para a objetivação de um foco, que pode ser em atividades financeiras, administrativas ou na qualidade do serviço prestado. 

Dentro deste processo pode ser utilizado a observação, medição, ensaio ou alguma outra técnica para verificação dos dados. Sua finalidade é garantir a qualidade da assistência em saúde prestada e o respeito as normas técnicas, éticas e administrativas previamente estabelecida. Ainda dentro da auditoria em saúde temos que observar as equipes de auditoria interna e externa como uma área empresarial como outra qualquer.

  • A auditoria interna será realizada por auditores da organização com um caráter mais operacional e preventivo das perdas e glosas de contas por exemplo, além de um controle gerencial com medições e avaliação da eficiência e eficácia de outros controles. Ela poderá subsidiar a administrador com alguns dados relativos a atividade do hospital;
  • A auditoria externa é realizada por auditores que não fazem parte da organização e que irão recolher dados por ocasião de uma visita agendada.
Além do mais estas visitas podem ser regular em caráter de rotina para avaliação da qualidade, da produtividade e dos custos de tal atividade ou serviço ou poderá ser extraordinária para averiguar um denúncia ou irregularidade em alguma atividade específica.

De forma reduzida a auditoria tem um função primordial na análise de processos, glosas, qualidade, revisa de prontuários e até em custos hospitalares e é muito comum encontramos Médicos ou Enfermeiros auditores. Portanto a Fisioterapia também deve passar por auditoria e se enquadrar dentro das normas organizacionais. Além do mais um auditor deve ter alguns princípios:
  • Autonomia;
  • Independência;
  • Soberania;
  • Imparcialidade;
  • Conhecimento técnico;
  • Capacidade profissional;
  • Atualização;
  • Zelo;
  • Ética;
  • Sigilo.
Ao entrarmos em conhecimento técnico que abrange uma grande gama de assuntos, deixo a pergunta:
  1. Será que a Fisioterapia deveria ter auditoria?
  2. Qual seria o impacto disso nos custos hospitalares?
  3. Qual o impacto na qualidade?
  4. Isso seria viável financeiramente?



- BRASIL. Lei Orgânica da Saúde, nº 80080/90 – Art. 4. Disponível em: http://www.anvisa.gov.br/legis/leis/8080_90.htm.
- COMISSÃO SOBRE GOVERNANÇA GLOBAL. Nossa Comunidade Global. O Relatório da Comissão sobre Governança Global. Rio de Janeiro: Editora FGV, 1996.
- DINIZ, E. "Governabilidade, Democracia e Reforma do Estado: Os Desafios da Construção de uma Nova Ordem no Brasil dos Anos 90". In: DADOS – Revista de Ciências Sociais. Rio de Janeiro, 1995:38(3), p. 385-415.
- KURCGANT, P. Administração em enfermagem. São Paulo: EPU, 1991.



Fernando Acácio Batista

Professor de Educação Física
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Especializado em Fisiologia do Exercício pela UniAmérica
MBA em Gestão da Qualidade e Acreditação Hospitalar pela UniAmérica
Mestre em Terapia Intensiva pelo IBRATI


segunda-feira, 16 de outubro de 2023

Acreditação Hospitalar

Olá, meu nome é Fernando Acácio Batista e eu sou Fisioterapeuta especialista em fisioterapia em terapia intensiva adulto, além disso sou professor de ventilação mecânica tema que adoro e leciono em algumas especializações. Venho aqui deixar disponível para quem tenha interesse meu curso e e-book.

Cursos de atualizações em VM: https://fernandoabatista34.wixsite.com/website
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Para quem tem interesse em saber mais sobre acreditação hospitalar, deixo alguns links de uma leitura importante


http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/acreditacao_hospitalar.pdf

https://www.ona.org.br/Inicial

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-81232007000400002&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt


segunda-feira, 9 de outubro de 2023

Marketing pessoal

Olá, meu nome é Fernando Acácio Batista e eu sou Fisioterapeuta especialista em fisioterapia em terapia intensiva adulto, além disso sou professor de ventilação mecânica tema que adoro e leciono em algumas especializações. Venho aqui deixar disponível para quem tenha interesse meu curso e e-book.

Cursos de atualizações em VM: https://fernandoabatista34.wixsite.com/website
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Sempre ouvimos falar de Marketing pessoal, porém o que seria essa definição?

Marketing

Marketing é definido por Kotler como um processo social e gerencial pelo qual os indivíduos poderão obter o que necessitam ou desejam por meio de uma criação, oferta e trocas de produtos ou serviços usando alguma moeda que seja aceita. O processo se inicia com a identificação da necessidade ou desejo, levando para a criação e desenvolvimento de um produto ou serviço, que atribua algum valor a quem irá comprar. Nele poderá constar sua marca que é um nome, símbolo ou desenho, cuja finalidade é identificar seu produto ou serviço. A marca é algo de extremo poder, onde sua visualização poderá implicar em pontos positivos para empresa ou para você.

Além disto devemos sempre pensar no planejamento e implantação da ações pela qual queremos divulgar nosso serviços ou produtos e assim é importante sabermos que:

Produtos tangíveis são bens;
Produtos intangíveis são serviços.

Ambos irão construir sua marca e junto a eles devemos pensar no plano que iremos elaborar para que nosso produto ou serviço tenha sucesso e chegue ao nicho de mercado que determinamos.

E o Marketing pessoal

Marketing pessoal é o conjunto de estratégias aplicada para atribuir uma maior valor a sua imagem pessoal, seja para lhe destacar em determinada área ou para a oferta de algum serviço. Como estamos falando de Marketing pessoal nosso plano pode contemplar os seguintes pontos:


  • Imagem como cartão de visita: Este ponto é muito importante para atingir seus objetivos, pois é muito comum as pessoas julgarem outras pela primeira impressão. Tanto que temos a famosa frase que "A primeira impressão é a que fica", mas claro que ela é passível de grandes erros e muitas vezes isso ocorre, pois as pessoas irão lhe julgar pelo que elas estão vendo e não pelo seu conteúdo. Portanto no Mundo atual é importante uma boa apresentação.
  • Liderança e resolução de problemas: Este ponto é importante não pelo fato de um líder que ordena e sim alguém que faz seguidores, que conseguem obter resultados satisfatórios ou atrair pessoas ao seu lado, pelo simples fato de conseguir manter uma conversa de forma adequada, formar opiniões e gerenciar problemas no dia a dia de forma fácil e objetiva.
  • Entregue valor: Entregar algo que agregue valor as pessoas é fundamental e fará de você um sucesso, pois nada mais inteligente do que entregar conhecimento e algum valor que outros esperam.
  • Visibilidade: Você precisa ser visto de alguma forma, porém não vale tudo e sim uma visibilidade confortável, dentro dos padrões necessários para o contexto em que está inserido. E uma grande forma de ser visto são pelas redes sociais que estão presentes no mundo todo.

Poderia listar muitos mais qualidade que nos fazem diferenciados e apresentam um bom cartão de visitas, porém a postagem tem como objetivo despertar a curiosidade nas pessoas para uma pesquisa mais detalhada do assunto.


Espero ter ajudado e até a próxima...



Fernando Acácio Batista

Professor de Educação Física
Fisioterapeuta Intensivista
Estudante de Nutrição
Gestor do Hospital Sancta Maggiore
Co-fundador e Professor da Liga da Fisiointensiva
Professor da especialização em Fisioterapia Hospitalar da Physiocursos Sorocaba
Professor da Especialização em Fisioterapia em Terapia Intensiva da Inspirar
Especialização em Fisioterapia Respiratória pela ISCMSP
Especialização em Fisioterapia em UTI pelo HFMUSP
Especialista em Fisioterapia em Terapia Intensiva pela ASSSOBRAFIR-COFFITO
Especializado em Fisiologia do Exercício pela UniAmérica
MBA em Gestão da Qualidade e Acreditação Hospitalar pela UniAmérica
Mestre em Terapia Intensiva pelo IBRATI












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